sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fiat Strada Working




A nova geração da Saveiro chega para incomodar a Strada, mas a Fiat já agiu rápido para defender a liderança do segmento. Após lançar a Adventure Cabine Dupla, a montadora lança a linha Working, que, como o nome diz, é voltada para o trabalho pesado.

São três opções de carroceria: Cabine Simples, Cabine Estendida e Cabine Dupla. Todas contam com o mesmo motor 1.4 Fire que já é utilizado na versão Trekking. O conjunto rende 86 cv se abastecido com álcool e 85 cv com gasolina.

O visual da dianteira segue o desenho do Palio, mas com os faróis monoparábolas adotados atualmente no Siena EL. Ao contrário da Saveiro, os para-choques da Strada Working são pintados na cor da carroceria, com as molduras dos para-lamas na cor cinza.

As rodas contam com calotas ao invés das rodas de aço que eram utilizadas nas versões mais simples da picape, como a Fire (que permanece em linha). A traseira tem a mesma aparência da Trekking, com estribos ao lado da placa, e a tampa possui trava para impedir o furto de cargas.

A capacidade volumétrica da caçamba varia de acordo com a versão. A Cabine Simples oferece 1.100 litros, enquanto que a Cabine Estendida conta com 800 litros. Já a Cabine Dupla, que foi projetada para levar quatro ocupantes, comporta 580 litros.

A lista de itens de série da Working inclui computador de bordo, imobilizador, volante com regulagem de altura, ganchos para amarração de carga na caçamba e acendimento temporário dos faróis após o motor ser desligado. Airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas e freios com sistema anti-travamento (ABS) são vendidos como opcionais.

Além das novas versões, a Fiat promoveu um reposicionamento de preços para a Strada Fire, que preserva o desenho da terceira geração do Palio.

Confira abaixo as versões e os preços sugeridos para a linha de picapes pequenas:

Strada Fire 1.4 Cabine Simples: R$ 28.900
Strada Fire 1.4 Cabine Estendida: R$ 31.800
Strada Working 1.4 Cabine Simples: R$ 30.980
Strada Working 1.4 Cabine Estendida: R$ 33.580
Strada Working 1.4 Cabine Dupla: R$ 36.580
Strada Trekking 1.4 Cabine Simples: R$ 34.360
Strada Trekking 1.4 Cabine Estendida: R$ 36.980
Strada Trekking 1.8 Cabine Simples: R$ 36.050
Strada Trekking 1.8 Cabine Estendida: R$ 38.660
Strada Adventure 1.8 Cabine Estendida: R$ 44.850
Strada Adventure 1.8 Cabine Dupla: R$ 46.800




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Postado Por: Filipe Bastos

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Chevrolet Agile


O lançamento mais importante da Chevrolet desde a chegada do Celta, em 2000. Este é o Agile, que chega para disputar mercado com Volkswagen Fox e Renault Sandero e representa o começo da renovação da marca no Brasil.

>> Confira o vídeo do novo Chevrolet Agile

O Agile foi totalmente projetado no Brasil e exibe um desenho inspirado em outros modelos da GM. Os faróis lembram os da Captiva, enquanto que a grade dianteira faz parte da nova identidade mundial adotada pela marca.

A lateral se destaca pelo teto elevado e pelo adesivo preto colado na coluna “C”, que dá a ilusão de continuidade das janelas. Já a traseira possui muitas semelhanças com o conceito GPiX. As lanternas em forma de bumerangue são praticamente idênticas às do protótipo apresentado na última edição do Salão do Automóvel.

O interior é bem acabado e tem toques futuristas. Os instrumentos possuem uma disposição diferenciada, com ponteiros que se escondem ao desligar o motor. O console central possui duas saídas de ar redondas e uma vistosa tela que exibe o nível de ventilação do ar-condicionado (que não é digital).

Sob o capô, está o conhecido 1.4 Econoflex, que no Agile gera 102 cv com álcool e 97 cv se movido a gasolina. Com o combustível etílico, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 12,5 segundos e a velocidade máxima fornecida pela GM é de 166 km/h. Se o condutor optar pela gasolina, os números mudam para 13 segundos e 165 km/h, respectivamente.

O Agile será vendido nas versões LT e LTZ. De série, a versão mais acessível oferece ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura, ar-quente, limpador e desembaçador do vidro traseiro, computador de bordo e piloto automático.

A LTZ agrega rádio CD Player com MP3 e Bluetooth, vidros dianteiros e travas elétricas, alarme, coluna de direção com regulagem de altura, banco traseiro rebatível, banco dianteiro do passageiro rebatível para frente e rodas de liga leve de 15 polegadas. Airbag duplo, freios com sistema anti-travamento (ABS), vidros traseiro elétricos e travas elétricas (esta segunda apenas para a LT), lanterna de neblina e vidros traseiros elétricos compõem a lista de opcionais.

O compacto é o primeiro modelo da família Viva, que será composta por mais quatro veículos. Os preços do Agile partem de 37.708 reais para a básica LT e 39.601 reais para a topo-de-linha LTZ, cujo valor pode atingir 42.706 reais se equipada com todos os opcionais.


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Postado Por: Filipe Bastos

Porsche Boxster Spyder




O 550 Spyder, um dos modelos mais famosos da história da Porsche, fez fama com a equação de motor forte e baixo peso. Para a alegria dos puristas de plantão, a marca de Stuttgart decidiu reutilizar a fórmula no Boxster Spyder.

Além do sobrenome, o novo Boxster traz mais semelhanças com o antigo 550. O espaço interno é para apenas dois ocupantes e a carroceria conta com chapas de alumínio e até painéis de porta mais leves. Tudo em nome da redução do peso: são apenas 1.276 quilos.

O motor também segue a tradição dos esportivos de Ferdinand Porsche. O roadster é equipado com um propulsor traseiro 3.4 de seis cilindros, que gera 320 cv (10 cv a mais do que o Boxster S).

Com o auxílio de recursos como o controle de largada e a transmissão com embreagem dupla PDK, o bólido acelera de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 267 km/h com a capota aberta.

Para chegar ao resultado ideal, os engenheiros da Porsche fizeram uma série de mudanças no carro. Entre elas, a suspensão ficou 20 milímetros mais baixa e o centro de gravidade também foi reduzido. O visual também mereceu atenção, com faixas decorativas e rodas de liga leve exclusivas.

O Boxster Spyder chega para ser uma alternativa ainda mais esportiva ao restante da gama, composta por Boxster e Boxster S. O novo esportivo será apresentado oficialmente no Salão de Los Angeles, que acontece entre os dias 4 e 13 de dezembro. O preço sugerido do esportivo, que chega às lojas norte-americanas em fevereiro, é de 61.200 dólares.



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Postado Por: Filipe Bastos

EUA investigam problema na Grand Cherokee

Exposição indevida do tanque que combustível poderia provocar explosões

O Departamento de segurança de trânsito dos Estados Unidos está investigando uma possível falha de segurança nos Jeep Grand Cherokee produzidos entre 1993 e 2004. Em outubro, a Center for Auto Safety, uma organização sem fins lucrativos, emitiu um relatório afirmando que o tanque de combustível desses carros, cerca de 3 milhões de unidades, estariam perigosamente expostos.
Segundo o relatório, o tanque fica próximo demais do parachoque traseiro, sem proteção contra colisões traseiras nem contra capotamentos. Além disso, a tubulação que liga o tanque ao bocal de abastecimento também se desconecta do tanque em caso de acidente. Todos esses fatores estão sendo investigados, já que elevariam a níveis alarmantes o risco de explosão.


Postado Por: Filipe Bastos
A agência agora analisa se este é o caso de se convocar um recall. A Chrysler nega a existência do problema e se diz confiante em relação ao caso e no indeferimento do pedido de recall. "A Chrysler confia que qualquer estudo ou análise realizada, incluindo qualquer teste de coisão traseira, irá mostrar que os modelos Cherokee produzidos entre 1993 e 2004 possuem níveis de segurança iguais ou superiores a qualquer concorrente de sua categoria."
Segundo a Center for Auto Safety, o Grand Cherokee estave envolvido em mais de 172 acidentes com incêndio, que levaram à 254 mortes entre 1992 e 2008. A organização ainda alega que, em 2005, quando a Chrysler foi incorporada ao grupo Daimler, o tanque foi movido de lugar e passou a ser protegido - fazendo  com que apenas um caso de acidente fatal com incêndio fosse relatado.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Toyota Corolla GLi



Nova versão do Corolla mira o Civic LXS (Foto: Divulgação)

Apesar de atraírem públicos diferentes, a briga entre o Honda Civic e o Toyota Corolla pela liderança no segmento de sedãs médios sempre foi apimentada. A Toyota mal lançou a versão GLi, que está posicionada entre o modelo de entrada XLi e intermediário XEi, que a Honda contra atacou logo em seguida com a chegada de uma nova versão do Civic: LXS C.

O Corolla GLi, por R$ 65.050, no modelo manual, e R$ 69.020, na versão automática, traz vidros, travas e retrovisores elétricos, computador de bordo, ar-condicionado automático e digital, sistema de som MP3 Player e painel de instrumentos que varia a luminosidade de acordo com a claridade externa. Entre os itens de segurança estão o airbag duplo, freios com sistema antitravamento ABS e EBD (distribuição eletrônica de frenagem).



Vidros, travas e retrovisores elétricos, computador de bordo, ar-condicionado automático e digital, sistema de som MP3 Player são alguns itens de série (Foto: Divulgação)

Já o Civic LXS C, que fica entre as versões LXS e a EXS, parte de R$ 65.990 com câmbio manual, mas tem revestimento em couro nos bancos e nas portas. Se no preço e na lista de equipamentos de série as diferenças são mínimas, ao volante elas ficam bastante evidentes. No Corolla, a prioridade é o conforto e a segurança. Ou seja, se você gosta de modelos mais agressivos, esqueça o sedã da Toyota.


Assentos traz revestimento em veludo e volante tem comandos de som e do computador de bordo (Foto: Divulgação)

Inclusive o visual, mesmo com vincos mais expressivos e linhas um pouco mais arredondadas na carroceria, não é tão empolgante como o do rival. Mas essa também não é sua pretensão. A impressão é que no Corolla tudo foi pensado para tratar o melhor possível os ocupantes, principalmente quem está sob o comando da direção. Regulagem de altura do banco do motorista, comando de computador de bordo e do som no volante, revestimento aveludado nas portas e nos assentos, estão entre os itens que facilitam o dia a dia do motorista no trânsito carregado.

Para os outros a bordo, há ainda para-sol com luz de cortesia, descansa braço no banco traseiro com porta-copos, apoio de cabeça para o terceiro passageiro e trava automática das portas. Outro item que pesa a favor do conforto é o isolamento acústico. Com o carro parado, a sensação é que o motor está desligado
.


Motor 1.8 garante boas arrancadas e câmbio automático tem engates suaves (Foto: Divulgação)

Os 136 cavalos do motor 1.8 flex, disponível em todas as versões, garantem boas arrancadas e a caixa de transmissão tem engates suaves. A suspensão macia, sem ser muito molenga, também é outro ponto alto do modelo.

A rápida resposta da Honda visa impedir que a Toyota se aproxime em número de vendas do Civic. No acumulado do ano, até setembro de 2009, o sedã da Honda tem pouco mais de duas mil unidades de vantagem para o sedã da Toyota, com 40.321 modelos vendidos, contra 38.024 do Corolla. O próximo passo para esquentar essa disputa será a adoção do motor 2.0 nos dois sedãs (o Civic tem propulsor dois litros apenas na versão Si). O da Toyota já tem data marcada para estrear: março de 2010. Resta saber se o Civic não vai querer chegar primeiro...



Postado Por: Filipe Bastos


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

HYUNDAI IX35


Antes de puxarem o pano branco que cobria o Tucson ix, a nova geração apresentada no Salão de Frankfurt, na Alemanha, já havia um exemplar por aqui. Uma das raras unidades pré-série foi trazida da Coreia do Sul para São Paulo de avião. Entre transporte e eventos, o investimento bate nos 200 000 dólares. É para fazer, o quanto antes, a série de clínicas que servirá para orientar detalhes como preço e propaganda. O esforço dá a medida da importância que o Brasil passou a ter para a Hyundai e do papel que o novo modelo tem nesse plano. Nós também não esperamos o lançamento. Tomamos o avião no caminho contrário e avaliamos, na Coreia, o novo Tucson.

Aliás, Tucson não. No Brasil ele será chamado apenas de “ix35”, como na Europa. É para não confundir com o Tucson atual, que deixa de ser vendido pela Hyundai coreana mas será montado no Brasil. O nome é outro e faz sentido que seja mesmo. O alemão Thomas Bürkle, chefe de estilo da Hyundai, teve como missão sacudir o antecessor até que sobrasse pouco. “Nossa missão era clara: criar um carro nômade, capaz de encarar um mundo de contrastes”, afirma. Para chegar lá, o alemão e sua equipe trataram de transformá-lo menos em um devorador de trilhas pelo mato e mais em um carro capaz de encarar com conforto e agilidade a selva urbana. “Em vez de linhas retas e massudas, nossa resposta foi um carro com traços fluidos e que seja ao mesmo tempo mais refinado. Ele tem um desenho muito mais esportivo.”

Foi uma ruptura e tanto: sai de cena o carro em forma de caixa, entra em ação um modelo com silhueta mais curvilínea e frente mais marcante, com faróis de desenho mais moderno e uma grade hexagonal ladeada por faróis em forma de elipse e em relevo, já revelados no protótipo Genus, em 2006, e este ano no ix-onic, carro-conceito revelado no Salão de Genebra. “Esta será a nova assinatura dos modelos da nossa montadora”, diz Bürkle. Na traseira, sua caneta bolou curvas e duas largas lanternas também em forma de elipse. As rodas de liga leve de dez raios completam a cirurgia que transformou o tradicional Tucson em um modelo mais avançado. Sinal dos tempos, no estande da Hyundai no Salão de Frankfurt, flagrei vários funcionários de montadoras europeias fotografando o ix35 com seus telefones celulares. “É um sintoma de que podemos nos tornar uma referência no segmento”, disse Bürkle.

Com 4,40 m de comprimento, o ix35 cresceu 8,5 cm em relação ao Tucson. Ficou mais fácil cumprir um dos principais requisitos do projeto: melhorar o espaço para pernas e cabeças dos ocupantes. Minha cabeça ficou a pouco mais de 10 cm de roçar o teto e, mesmo quando me instalo na parte traseira, não sinto sensação de claustrofobia. Pode-se dizer que a missão foi cumprida e que dá para cinco adultos, dos grandes, se acomodarem sem aperto dentro do ix35. 




Este novo Hyundai caprichou no acabamento. Seus bancos são macios, de couro. Podem ser regulados em distância, altura e ângulo de reclinagem. Combinam bem com os detalhes de plástico imitando metal no volante e no console. Sem tirar as mãos dele, consigo acionar os comandos de rádio, piloto automático e telefone celular, instalados na direção. O quadro de instrumentos, com fundo de tom azulado, foi inspirado no sedã Genesis. As portas são revestidas de couro, assim como o apoio do câmbio. O rádio fica integrado ao sistema de navegação. Há um amplo porta-trecos no console central e outros espaços para objetos nas portas. Iluminado é um bom adjetivo para descrever o ix35 por dentro. O carro tem dois e não apenas um teto solar, de modo que os passageiros instalados no banco traseiro podem acionar o seu.

Tomo contato com o ix35 na Coreia. Regulo o volante em altura e distância da coluna de direção. Assim que aciono o botão Start-Stop, arranco com ele para um restrito percurso. Logo dá para ver que se trata de um carro agradável para dirigir. Movido a diesel, com 184 cv, o motor 2 litros com 16 válvulas é silencioso, mas valente, com um torque de 40 mkgf. Acionado por câmbio automático, com seis marchas e engates progressivos, é gostoso de acelerar. Segundo dados de fábrica, arranca de 0 a 100 km/h em 7,8 s (2 décimos mais veloz que o Tucson) e é meio segundo mais rápido que o antecessor na reaceleração de 60 a 100 km/h, que realiza em 4 segundos. De quebra, consome 12,2% a menos, com média de 10 km/l.

Para ajudar quem dirige a gastar menos, há um dispositivo localizado entre o velocímetro e o contagiros, chamado ECO. Dependendo do estilo de direção, ele se ilumina de verde a vermelho em função da economia e propicia uma redução de cerca de 15%.

Seu motor é novo em folha, desenvolvido por uma equipe de 150 pessoas durante três anos e meio. Traz bossas como sistema Stop-Start, em que o motor desliga quando o carro para, durante o tempo de um sinal vermelho. Basta pisar no acelerador para que volte a funcionar. Haverá ainda uma versão diesel de 136 cv e uma a gasolina (166 cv). 



Quem quiser colocá-lo nas trilhas não ficará a pé. Há bloqueio de diferencial e sistema eletrônico de ajuda para descidas, útil para caminhos enlameados e traiçoeiros. Boa distância do solo e protetor de cárter também serão de boa valia na hora de encarar caminhos mais acidentados. No asfalto, a suspensão McPherson nas rodas da frente, com braços múltiplos atrás e amortecedores a gás, tornam o ix35 confortável como um sedã. De espírito cosmopolita, para rodar na cidade ele conta com o sensor de estacionamento, útil para manobrá-lo.

E será que este carro ganhará cidadania brasileira um dia? Ao menos no curto prazo, não. Ele chegará como importado numa faixa de preço próxima à do Santa Fe (que está mudando e subirá de preço também), ao passo que o Tucson continuará a ser montado aqui enquanto a Hyundai coreana se dispuser a fabricar as peças. Mas os próprios coreanos com quem conversamos em Seul e Frankfurt deixam a porta entreaberta para um ix35 à brasileira.




O Tucson atual vende tanto (2621 unidades em agosto, mais que Vectra, Golf e Focus) que irá sobreviver no Brasil. A Hyundai coreana mandará itens como motor e carroceria (em regime CKD). Eles serão montados na linha da Caoa em Anápolis (GO) a partir de dezembro. Dono do grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade diz que, até o fim de 2010, o índice de nacionalização chegará a 67%. Parte do ferramental foi refeito, dando margem a retoques de estilo (rascunhos da Hyundai nunca levados adiante). Coisa leve, que não fará o Tucson atual perder valor – nem será capaz de tornar o Tucson brasileiro a última palavra em estilo. O objetivo é bater o EcoSport, e isso irá guiar a estratégia de preço e engenharia. “Qual é o motivo de o Eco vender mais que o nosso?”, diz o presidente da Caoa. “Estamos estudando o flex, mas não pode comprometer a garantia de cinco anos. Quanto ao motor 1.6, não creio que vá para a frente. Nosso carro é mais pesado. Vamos manter o 2.7 [V6], mas a quantidade vai depender da demanda.” Também depende de demanda o segundo objetivo do Tucson brasileiro: ganhar o mundo. “Pelo meu feeling, podemos fechar com América Latina e depois Europa”, diz. “Só não devemos vender na própria Ásia.” (MARCELO MOURA)



VEREDICTO

Tirar o “Tucson” do nome não é mero truque de marketing – o ix35 é mesmo outro carro. Se vier para cá equipado como o modelo avaliado, pode dar as cartas na briga com RAV4, Captiva e CR-V.



Postado Por: Filipe Bastos

Citroën faz recall no freio de estacionamento do C3


Defeito pode causar destravamento do mecanismo

A Citroën anunciou nesta segunda-feira, 9 de novembro, a convocação de um recall para a substituição do cabo do freio de estacionamento do C3.
Segundo a montadora, foi detectada a possibilidade de destravamento involuntário do freio de estacionamento ou até a impossibilidade de travamento do veículo, mesmo após o acionamento do mecanismo pelo proprietário.
Os proprietários dos veículos convocados podem agendar o reparo em qualquer uma das concessionárias da marca no país. Para maiores esclarecimentos, a montadora colocou à disposição o telefone 0800 011 8088.
Confira abaixo os chassis dos veículos envolvidos no recall:
Citroën C3 (todos os anos e modelos)
9B532464 a 9B535080

Postado Por: Filipe Bastos


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